O Windows 8 saiu dia 26 de outubro com a proposta de ser utilizado tanto em desktops quanto em dispositivos móveis (smartphones, tablets). Durante a experiência isso fica bastante destacado, seja pela rolagem lateral ou pela tela inicial.

Ainda há poucos aplicativos que tiram vantagem da nova interface do sistema operacional. Agora teremos aplicativos que se parecem com os mobile, apenas 1 clique para abrir, apenas 1 aplicativo na tela, não há barra de tarefas nem os famosos botões de minimizar, maximizar e fechar. Para sair do aplicativo você pode usar o eficiente ALT+F4 ou apenas deixá-lo rodando no background clicando no canto esquerdo inferior da tela, como se fosse um botão “Home”.

Temos a loja de aplicativos, onde podemos fazer o download de programas adaptados para o Windows 8. Por enquanto, baixei os aplicativos ESPN FC, Google. Ambos bastante interessantes e trazendo interações fáceis de entender.

Senti falta do “Meu Computador” para poder “fuçar” as pastas e arquivos. O Windows 8 não deixa as antigas funções e navegações de fora, mas não foca nelas. Temos a “Área de Trabalho” que traz a tela tradicional, em que os aplicativos não desenhados para o novo SO rodam.

Ainda estou me adaptando a essa nova forma de usar o PC. Fico um pouco confuso trocando entre a tela inicial, a Área de trabalho e os novos aplicativos. Agora temos uma curva de aprendizado mais acentuada do que as versões anteriores do sistema operacional da Microsoft.

A inicialização e o desligamento estão muito rápidos. Com o Windows 8 instalado no meu SSD, ele liga em cerca de 20 segundos e desliga em 10. Com certeza, um grande feito da Microsoft.

Uma boa notícia para você que comprou seu PC com Windows 7 de junho para cá: Você pode atualizar para o 8 pagando apenas R$29,00.

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